EDUCAÇÃO INFORMAL, PRÁTICAS EDUCATIVAS E PROSTITUIÇÃO

Camila Saraiva de Matos, José Gerardo Vasconcelos, Tânia Gorayeb Sucupira

Resumo


Este artigo é resultado de uma pesquisa etnográfica desenvolvida em espaço não escolar – uma casa de prostituição localizada no Centro de Fortaleza, Ceará, cujo recinto de prostituição alerta para a compreensão desses ambientes não somente como espaços orgiásticos, mas como espaços que também contemplam intervenções sociais, culturais e educativas. A relevância da pesquisa consiste em debater a respeito de práticas educativas informais de aprendizagens, na perspectiva do aprender fazendo ao desenvolver a atividade prostituinte em Fortaleza. Os dados foram obtidos por meio das observações no lócus da pesquisa e consequentemente das descrições densas do campo de investigação através de entrevistas abertas realizadas entre os anos de 2010 e 2015, com uma prostituta intitulada Dandara. O propósito foi o de evidenciar as interlocuções com Dandara, a subjetividade de uma mulher prostituta, bem como as produções de saberes acumulados de forma empírica e interativa, apresentando para além da vida de libertinagem.


Palavras-chave


Prostituição; Sexualidade; Práticas educativas.

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