UMA FILOSOFIA DA GEOGRAFIA COMO NECESSIDADE METODOLÓGICA NA PROPOSTA TEÓRICA DE MILTON SANTOS

Fernando Antonio Silva

Resumo


a reflexão sobre o método no interior da geografia pode ser feita, dentre as inúmeras possibilidades existentes, a partir da atualização de contribuições dispersas nas diversas ciências e na filosofia, além do resgate de proposições de teóricos da própria geografia, ou, ainda, com base em estudos, recorrentemente chamados de “empíricos, sobre um ou mais aspectos da dinâmica territorial (os sistemas técnicos e a integração do território, as novas dinâmicas urbanas, o papel da informação, as implicações territoriais das políticas públicas, todos estes são exemplos de temas de estudos atuais da ciência geográfica) – exercício que frequentemente se faz no âmbito da produção de uma tese, dissertação ou monografia. Problematizamos as possibilidades de encaminhar essas duas perspectivas de maneira não só paralela, mas, também, complementar. Para isso, o texto aborda, sucintamente, a importância da Metageografia na perspectiva de Milton Santos para uma correta condução metodológica da ciência geográfica. Advoga-se neste trabalho que o método envolve operações complexas e que, por assim ser, sua construção e utilização exigem uma filosofia da Geografia. Para tanto, nos baseamos no pressuposto defendido por Armando Corrêia da Silva (1980; 2000) para quem, dentro da totalidade social, a Geografia deve ser considerada uma subtotalidade. Mediante a breve reflexão ora apresentada pretende-se contribuir para o debate acerca do método geográfico.

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DOI: https://doi.org/10.33237/geotemas.v7i1.1463

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