GLOBALIZAÇÃO DA AGRICULTURA NA OCEANIA: ÓLEO DE PALMA, A ÚLTIMA FRONTEIRA

Gleydson Pinheiro Albano

Resumo


No decorrer das ultimas décadas do século XX e inicio do século XXI, com o avanço das fronteiras agrícolas, novos espaços são incorporados ou reincorporados a produção de monoculturas para a exportação, trazendo profundos impactos para as populações tradicionais que habitam as fronteiras agrícolas. O objetivo deste trabalho é analisar a expansão da monocultura de óleo de palma na última fronteira agrícola do Pacífico, os países ilhas da Oceania, Papua Nova Guiné e Ilhas Salomão. Para isso em um primeiro momento se percorre os conceitos de Globalização e Globalização da Agricultura e sua trajetória histórica até os dias atuais. Em um segundo momento se explicará a dinâmica dessa Globalização na Oceania, focando nos países subdesenvolvidos da Oceania, na Melanésia, Micronésia e Polinésia. Após isso, foca-se no desenvolvimento da agricultura para exportação do óleo de palma desde os primeiros cultivos experimentais na África até o boom na área do Sudeste Asiático, mais precisamente na Indonésia e Malásia. Por fim, analisa-se a chegada da fronteira agrícola de óleo de palma na Oceania, focando-se principalmente nos impactos na posse de terras local, pois a referida posse na Oceania é historicamente comunal. Com a chegada da monocultura de óleo de palma, esse sistema comunal passa a sofrer pressões da referida agricultura para exportação.

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DOI: https://doi.org/10.33237/geotemas.v2i1.252

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